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O Cenário é de destruição total. As lavas da erupção vulcânica já destruíram quase tudo o que havia em Portela e Bangaeira. Casas, hotel, pensões, escola, sede do parque natural do fogo, delegação municipal, posto policial, polidesportivo, posto de saúde, igrejas, Adega de vinho, currais, cisternas de água e uma vasta área rural e agrícola.

 

Centenas de pessoas ficaram desalojadas e vias de acesso foram destruídas, provocando o isolamento das localidades afetadas.

 

 

A erupção vulcânica tem vindo a expelir uma grande quantidade de gases tóxicos, fumos, cinzas e detritos vulcânicos prejudiciais a saúde. Autoridades alertam a população para os cuidados a ter.

 

É de louvar o esforço da proteção civil, polícia nacional, militares, Cruz vermelha entre outros, empenhados em salvar vidas humanas, mas infelizmente, os animais foram deixados à sua sorte.

 

Desde o início da erupção vulcânica, o INMG monitoriza a evolução da situação e atualiza diariamente informações sobre atividade vulcânica.

 

ICAO coloca Cabo Verde em alerta máximo

 

Com o agravar da situação, a Organização Internacional da Aviação Civil - ICAO, colocou Cabo Verde em alerta vermelho, como medida de precaução disse o presidente da ASA Mário Paixão. Entretanto a ICAO baixou de vermelho para laranja e agora para amarelo o nível de alerta em Cabo Verde.

 

A TACV foi obrigada a cancelar alguns voos entre ilhas (para São Vicente, São Nicolau e Fogo) devido as cinzas vulcânicas. As ligações voltaram a normalidade, excpeto para o aeródromo do Fogo.

 

Governo pede ajuda internacional

 

Com a criação de um gabinete de crise, o governo pediu ajuda internacional para atender às preocupações das pessoas afetadas pela erupção vulcânica na ilha do Fogo.

 

O primeiro país a responder ao apelo foi Portugal, que enviou uma fragata com apoio aéreo e meios de comunicação por satélite. Posteriormente duas ambulâncias oferecidas pela cooperação portuguesa.

 

Guiné Bissau, país irmão, doou ao nosso país 75 mil dólares, aproximadamente 7 mil contos uma ajuda “extraordinária” considera JMN tendo em conta o momento porque passa o país.

 

Angola disponibilizar dois aviões com equipamentos, meios materiais e alimentares para apoiar Cabo Verde.

 

A FAO disponibiliza 200 mil dólares, cerca de 17 mil contos para apoiar as famílias de Chã das Caldeiras.

 

Onda de solidariedade

 

 

O estado de calamidade a que o vulcão proporcionou aos foguenses, desencadeou uma onda de solidariedade no país e na diáspora para com as populações afetadas.

 

Câmaras Municipais, associações, igrejas, empresas, grupos de artistas e particulares promovem ações para angariar fundos monetários, roupas, produtos de higiene e alimentos não perecíveis em favor dos desalojados.

 

As ajudas já começaram a chegar. Espera-se que sejam distribuídas de forma justa e que os desalojados sejam os beneficiários.

 

        O Sofrimento das gentes de Chã

 

Os caldeirenses vivem momentos dramáticos. Perderam tudo, tudo o que construíram a vida toda - casas, mobiliários, cisternas de água, terrenos agrícolas, gados ou seja uma vida de trabalho e de sacrifício.

 

Neste momento essas pessoas precisam de atenção, compreensão e solidariedade de todos.

 

Os danos são muito, mas graças a Deus não há perdas humanas.

 Antes da erupção vulcânica era este o cenário.

 

 

As lavas aproximaram-se e destruíram parte da sede. Depois, ganharam força e a destruição foi total.

 

Foto retirada do site anação

 

A Sede do Parque Natural do Fogo, vencedor do Prémio Nacional de Arquitetura de Cabo Verde, foi completamente destruída pela fúria das lavas. 

 

Um grande investimento construído tendo em conta a preservação dos aspetos ambientais e paisagísticos, com sistema de captação de água das chuvas, reutilização de águas residuais nos autoclismos e estabilidade térmica. O espaço num total de cinco mil metros quadrados, orçado em 116 mil contos foi inaugurado em março deste ano.

 

“Coração de lava” livro do poeta cabo-verdiano José Luiz Tavares, com fotografias de Duarte belo, vai ser lançado nas ilhas do Fogo, Santiago e São Vicente.

 

Este projeto, segundo uma nota, surge na sequência de um anterior, editado em livro em 2009, tendo como objeto a Cidade Velha, o mais importante património edificado de Cabo Verde. Na continuidade do desejo de divulgação de elementos notáveis do património e da cultura cabo-verdiana os autores propuseram levar a cabo um novo projeto visando uma unidade específica do território cabo-verdiano - o parque natural de Chã das Caldeiras, onde se situa o mais importante geo-monumento de Cabo Verde, o vulcão da ilha do Fogo.

 

José Luís Tavares é um filósofo, nascido em Tarrafal de Santiago e vendedor de vários prémios. É autor de obras como: Paraíso Apagado por um Trovão (2003); Lisbon Blues seguido de Desarmonia (Brasil, 2008) e Cidade do Mais antigo Nome (2009).

 

Em São Vicente, o lançamento acontece no dia 16, pelas 18h30, no espaço Camões, com apresentação de Cordeiro e na presença do autor.


 

As lavas da erupção consumiram parcialmente a sede do Parque Natural do Fogo. Um investimento orçado em 116 mil contos financiado pela Cooperação Alemã.

 

O edifício construído na cratera do vulcão, por um arquiteto português, foi vencedor do Prémio Nacional de Arquitetura de Cabo Verde.

 

O espaço num total de cinco mil metros quadrados, inaugurado em março deste ano, dispunha de um laboratório, biblioteca, dois anfiteatros sendo um fechado e outro ao ar livre, um café e um jardim de espécies endémicas.

 

Parque Natural do Fogo foi construído tendo em conta a preservação dos aspetos ambientais e paisagísticos, com sistema de captação de água das chuvas, reutilização de águas residuais nos autoclismos e estabilidade térmica.

 

A fúria da natureza destrói assim parte de uma grande infraestrutura, uma das melhores do nosso país.

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