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Noviactual

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Hoje o dia é das crianças e, por isso, a Câmara Municipal de São Vicente realiza em parceria com a Kidslandia um leque de atividades na praça Nhô Roque para proporcionar aos mais pequenos momentos de diversão e alegria.

 

O Noviactual esteve no local e conversou com algumas crianças sobre a importância do dia e mostraram-se satisfeitas com as atividades.

 

 

O Dia internacional da criança é comemorado em todo o mundo e tem como finalidade chamar a atenção para os problemas que as crianças enfrentam.

 

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Neste dia dedicado às crianças, o Noviactual recorda a música infantil "Tempo sabi, tempo di mininu" na voz de Titita.

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Assinala-se hoje, 31 de maio dia Mundial sem tabaco. Para assinalar a data o Noviactual saiu à rua para saber se a população e os fumadores, em particular, estão conscientes dos malefícios do tabaco. Conversamos com Luís Sousa, Sandra Lima, Manuel Costa e Sebastião Gonçalves.

 

Luís Sousa, fumador há 17 anos, sempre soube dos malefícios do cigarro mas falta-lhe força suficiente para deixar o vício “eu fumo desde os meus 18 anos, já tenho 35. O cigarro é como se fosse um refúgio. Sei dos riscos mas... Continuo a fumar. Já pensei em deixar mas ainda não encontrei aquela força.”

 

Já Sandra Lima, fumadora passiva apela aos fumadores a respeitarem os que não usam o tabaco “eu não fumo. Mas vivo perto de pessoas que fumam. O fumo entra pela janela da minha casa e é assim todos os dias há muitos anos, por isso, apelo aos fumadores que procurem locais próprios e longe dos não fumadores.”

 

Manuel Costa é um ex-fumador  “fumei durante 25 anos, comecei muito jovem, aos 20 anos. O cigarro trouxe-me muitos problemas de saúde. Apesar de saber de todos os riscos usei e abusei do tabaco. Fumava vários maços por dia. Felizmente deixei esse vício há 13 anos.”

 

Sebastião Gonçalves é um jovem universitário, desportista e preocupado com a juventude que se deixa levar pela influência “eu não fumo mas tenho muitos amigos que fumam por influência. Faço questão de lhes dizer o quanto não gosto de inalar o fumo do cigarro.”

 

Conheça alguns malefícios desse vício que mata:

Reduz tempo de vida, provoca sérios problemas no coração e no pulmão, enfraqueça os dentes e envelheça a pele.

Opte pela sua saúde e deixe o tabaco.

Continente africano - 54 preciosidades, imensos recursos naturais e minerais como diamantes, ouro, petróleo, cacau, café... Belas paisagens, praias maravilhosas, desertos e uma variedade de espécies selvagens.

 

A capulana, o pano de terra, o tecido africano… Para aém de estar na moda, é a nossa marca. E, não é exagero dizer que, uma mulher com estas vestes sente-se vaidosamente africana. Neste continente há também grandes artistas, grandes músicos e grandes bandas. Os estilos musicais passam por cabo (love) zouk, makossa, semba, morna, funaná, marrabenta, soukous e outros.

 

Neste continente negro encontramos líderes políticos e cidadãos do mundo como Nelson Mandela, Agostinho Neto, Amílcar Cabral… do futebol Eusébio, George Weah e Mohamed Salah, este último visto como o grande futebolista da atualidade e, vai estar no mundial da Rússia representando Egipto país de que é natural. Da música pode-se citar Cesária Évora, Miriam Makeba, Alpha Blondy… da literatura Mia Couto, Germano Almeida… etc, etc.

 

Em África há uma imensa diversidade cultural, a gastronomia é de criar água na boca cachupa, funje, arroz jollof, tchep djen, fufu, frango yassa e mingau.

 

Neste 25 de maio, dia da África, o Noviactual conversou com Ana Vieira, Sodjo Djau, Vanessa Fonseca e Tâllátou Bha sobre o que de melhor tem no continente negro e o que falta para que África seja um continente mais próspero.

 

africafoto.PNGDa esquerda para direita Sodjo Djau, Vanessa Fonseca e Tâllátou Bha. 

 

Sadjo Djau guineense - “O nosso continente é riquíssimo. Temos muitas coisas boas. As pessoas, a música, as riquezas naturais…muita coisa boa mesmo”.

 

Ana Vieira cabo-verdiana- “África tem muitas coisas boas mas é preciso aproveita-las de melhor forma. Os países que têm muitas riquezas devem fazer um bom uso desses recursos e fazer com que não haja grandes desigualdades sociais”.

 

Mas infelizmente a África não é só coisas boas há problemas gerados pelas diferenças étnicas e religiosas, políticas, económicas e sociais. Mas o que a África precisa para ser um continente melhor?

 

Ana Vieira, cabo-verdiana - “África é um continente muito rico. Precisa é de gente honesta, embora desonestidade há em todo o lugar mas se nós, os africanos, juntássemos com o objetivo de desenvolver o nosso continente seria maravilhoso. África é rica. Só Cabo Verde que é pobre (risos). Mas estamos bem, temos paz, que é o mais importante”.

 

Sadjo Djau, guineense - “O problema de África são os governos. Governos corruptos. Com bons governos poderia viver-se bem em África. Mas como não é o que acontece somos obrigados a emigrar para outros países. Eu escolhi Cabo Verde, aqui estou tranquilo. No caso de Guine Bissau, o problema é o presidente”.

 

Vanessa Fonseca, cabo-verdiana - “Não sei porque nunca estive lá [em África] mas acho que é igual a Cabo Verde falta de condições de vida. É uma crise mundial e as pessoas vão se desenrascando".

 

Tâllátou Bha de Guiné Conacri - “A nossa África precisa de muita coisa. Se os governos trabalhassem bem não seria necessário emigrarmos ficaríamos nos nossos países. Mas Cabo Verde é um bom país para viver. Aqui há paz, gente boa. Não é como o meu país [Guine Conacri] onde muitos trabalham apenas dois ou três ficam com os resultados”.

 

África é o terceiro maior continente e o segundo com maior número de população.

 

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“Viver bem na terceira idade” é lema de um projeto que tem como finalidade proporcionar aos mais velhos melhor qualidade de vida.

 

A iniciativa é da Delegacia de saúde de São Vicente e conta com a coordenação dos centros de saúde em parceria com a Associação Cabo-verdiana de apoio a terceira idade (ACATI) e voluntários.

 

O projeto que está sendo implementado em todos os centros de saúde, conta com uma equipa de técnicos de saúde multidisciplinares.

 

Idosos e adultos no geral de Monte Sossego e arredores são avaliados antes das atividades físicas para saber o que podem ou não fazer em termos de exercícios físicos.

 

O Noviactual conversou com alguns participantes que mostraram-se entusiasmados com a iniciativa e conscientes dos benefícios da atividade física para a saúde. 

 

 

Marco Paulo, um dos voluntários mostrou-se satisfeito com a atividade e salientou que os idosos que frequentam as atividades na zona de Craquinha já têm mais mobilidade funcional.

 

 

Jaquelina Cid, médica, responsável do centro de saúde de Monte Sossego e Delegada substituta fala da natureza do projeto e destaca a sua importância " prática de atividade física tem um papel muito importante na saúde não só pelo físico, mas também pela mente e estado de humor".

 

 

Médicos, enfermeiros, psicólogos, assistente social, nutricionistas, professores de educação física, monitores de ginásio e o jardim flores de Monte sossego juntaram-se para proporcionar uma vida mais alegre aos mais velhos. A iniciativa já decorre na zona de Ribeira de Craquinha há já três meses.

 

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