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Neste 13 de maio, em São Vicente, os fiéis católicos rumaram ao Mato Inglês, local onde se encontra a capela de Fátima, em peregrinos com a imagem de Nossa Senhora de Fátima.

 

Pela manhã, a partir da rotunda de Ribeira Bote, onde se deu a concentração, os fiéis começaram a caminhada passo a passo cantando e rezando.

 

O caminho é longo, cerca de 8 kms da cidade percorridos a pé mas a alegria é muita como relatam alguns peregrinos.

 

 

Chegando lá, ao Mato Inglês, apesar de algum cansaço via-se alegria no rosto dos peregrinos e cada um procura o seu lugar, para no conforto possível, participar na missa.

 

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A celebração eucarística foi presidida pelo padre Benvindo. Na sua homilia falou da necessidade dos cristãos serem mais peregrinos do coração do que do caminhar.

“Hoje fomos peregrinos, ou seja, caminhando lado a lado para o encontro misericordioso com Deus, mas precisamos ser, mais ainda, peregrinos do coração e do amor seguindo o mandato do: ide pelo mundo, falar ao coração de cada homem, e desperta-lo para salvação gratuita de Deus”. Acrescentou na sequência que a nossa própria ascensão depende da nossa capacidade de fazermos com que todo o homem conheça Jesus, de sermos portadores de uma mensagem de paz e transformadora do homem.

 

O Padre Benvindo diz ser uma feliz coincidência celebrar hoje a Ascensão do Senhor, o 13 de maio e o dia da comunicação social. Esta coincidência disse o padre, nos vem chamar atenção para alguns aspetos importantes da nossa vida. “Que peregrino é que eu sou? Sou um peregrino de cada dia ou um peregrino de ano em ano. Se eu faço esta caminhada com cristo todos os dias ou se hoje completou um ano que cá vim e venho outra vez” acrescentou ainda que “muitas vezes viemos só com pedidos e nunca para dar e na verdade o que precisamos, muito mais do que pedir, é vir para dar”.

 

Seja como for, cumpriu-se mais uma romaria ao Mato inglês.

 

 

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Foto:elo7.com

 

A Igreja católica celebra esta quinta-feira, 19, de abril o dia de santo Expedito, conhecido como o santo das causas justas e urgentes mas também como padroeiro dos militares, dos estudantes e dos viajantes.

 

Expedito nasceu na Arménia, era oficial do exército romano e comandava a 12ª Legião, estabelecida em Melitene, na Arménia. A legião tinha como missão defender as fronteiras orientais contra os bárbaros asiáticos e entre os seus soldados havia muitos cristãos.

 

No momento de sua conversão, conta-se que um espírito do mal, na forma de um corvo, veio tentá-lo dizendo "cras" - que em latim significa "amanhã", mas imediatamente Expedito pisoteou o corvo, gritando "hodie", ou "hoje", confirmando que não deixaria sua conversão para depois.

 

As imagens de Santo Expedito apresentam-no com traje militar, vestindo uma túnica curta e um manto. Em uma mão sustenta uma palma e na outra a cruz com a palavra "Hodie", em referência à sua conversão. Sob um dos pés está o corvo dominado e a palavra "Cras".

 

Com: educacao.uol.com

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“Reconciliados com Cristo, fermentos de um mundo novo” é tema da II semana teológica que a Diocese de Mindelo realiza em parceria com a escola de formação teológica para leigos. A semana acontece no auditório Onésimo Silveira, na Universidade do Mindelo, até a próxima sexta-feira, 20 de abril.

 

Na abertura, o Bispo de Mindelo, Dom Ildo Fortes afirmou que a reflexão pretende ser um lugar de confrontos de ideia e não de catequese “Queremos com esta semana teológica uma igreja, que se sabe, portadora de uma luz especial, de uma mensagem que não passa e, que quer dialogar com o mundo”.

 

“A função de existirmos é de verdadeiramente para sermos o Sal da terra, a luz do mundo como diz o Evangelho. Não se trata de fazer catequese, de estar na Sacristia é hora de sair e, isto faz-se também no confronto de ideias, no diálogo”, acrescentou o Bispo.

 

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Durante a conferência intitulada “A igreja católica cabo-verdiana e políticas publicas nacionais: Confronto e convergência para uma cultura da justiça e paz”, o conferencista Carlos Reis membro da comissão diocesana justiça e paz da Diocese de Santiago falou, de vários assuntos entre os quais, da violência e da injustiça.

 

Para Carlos Reis esses atos violentos “demasiado regular” e “demasiado frequente” é algo que está a surgir na sociedade que, por vezes “dizemos que é nossa mas quando postos perante factos dessa natureza, nós rejeitamos como uma sociedade que seja nossa, que algo que seja nosso possa “parir”, possa dar lugar, possa fazer emergir atos de tanta violência, de tanta crueldade e com a regularidade que temos vindo a assistir”.

 

Ao lado da violência acrescenta o conferencista, assistimos também uma insatisfação relativamente generalizada que é a falta de justiça.

Reis reconhece que a justiça humana tem erros mas acredita que a perceção da falta dela ou mesmo da “injustiça” é superior aquilo que, no seu entender, “deve poder corresponder com a realidade das nossas estruturas ligadas a justiça, apesar de ser um facto e de ser evidente que vários subsistemas do sistema maior da justiça precisam de correções e de intervenções de reforma”.

 

Ainda na conferência Carlos Reis fez referência a tendência evolutiva da dinâmica social no plano das desigualdades sociais.

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 Foto:vaticannews

 

Na mensagem de Páscoa, o Papa Francisco falou dos conflitos no mundo e pediu “frutos de paz para o mundo inteiro”.

 

Para o continente africano, o Papa Francisco, suplicou “frutos de esperança” pelas regiões “atormentadas pela fome”, por conta de “conflitos endémicos e do terrorismo”. O Papa pede também que “a paz do Ressuscitado cure as feridas no Sudão do Sul: abra os corações ao diálogo e à compreensão mútua. Não esqueçamos as vítimas daquele conflito, sobretudo as crianças! Não falte a solidariedade em prol das inúmeras pessoas forçadas a abandonar as suas terras e privadas do mínimo necessário para viver”.

 

O Papa Francisco pediu ainda, durante a bênção "Urbi et Orbi", na Basílica de São Pedro em Roma, fim do “extermínio” na Síria, “cuja população se encontra exausta por uma guerra sem um fim à vista” e respeito pelos direitos humanitários.

O Santo Padre implorou “reconciliação” na Terra Santa e no Médio oriente, já para os venezuelanos, suplicou “Frutos de consolação”.

 

As crianças e os idosos não foram esquecidos pelo Papa Francisco que pede “Frutos de vida nova, Cristo Ressuscitado dê às crianças que, por causa das guerras e da fome, crescem sem esperança, privadas de educação e assistência sanitária; e também aos idosos descartados pela cultura egoísta que põe de lado aqueles que não são «produtivos»”.

 

Para aqueles que têm responsabilidades políticas, o Papa implora “Frutos de sabedoria”, para que “respeitem sempre a dignidade humana, trabalhem com dedicação ao serviço do bem comum e garantam progresso e segurança aos seus cidadãos”.

 

Com: Vaticannews

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 Foto: Vaticannews

 

Na Via Sacra desta Sexta-feira Santa, 30, no Coliseu de Roma, o Papa Francisco falou de três palavras importantes que podem refletir o olhar de cada um perante Cristo: Vergonha, Arrependimento e Esperança.

 

Vergonha, por termos perdido a vergonha disse o Papa “vergonha, porque tantas pessoas, inclusive alguns dos vossos ministros, deixaram-se levar pela ambição e vanglória”.

O Santo Padre falou ainda da vergonha deixada aos jovens vergonha, por deixarmos aos jovens um mundo dilacerado e dividido, devorado pelas guerras, pelo egoísmo, pela marginalização”.

 

Sobre o arrependimento, Francisco afirmou que é com arrependimento que devemos dirigir a Cristo porque só ele pode salvar e curar "do flagelo do ódio, do egoísmo, da soberba, da avidez, da vingança, da cobiça e da idolatria".

O santo padre referiu ainda que o olhar de arrependimento deve-se também ao facto “de sentir a nossa pequenez, o nosso nada, a nossa vaidade e de nos deixarmos ser acariciados por seu doce e poderoso convite à conversão”.

 

O Papa falou também da esperança na mensagem cristã que continua ainda hoje a inspirar tantas pessoas e povos, a vencer o mal e a maldade, a perdoar e abater rancores e vinganças, dissipando hostilidades e temores, a iluminar as trevas: “esperança, porque tantos missionários e missionárias continuam a arriscar suas vidas para servir-vos nos pobres, nos descartados, nos imigrados, nos invisíveis, nos explorados, nos famintos e nos encarcerados”.

 

As meditações da Via-Sacra este ano foram confiadas a um grupo de 15 jovens estudantes de Roma, que representam a juventude do mundo inteiro.

 

Com: vaticannews

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