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Às aulas, todos a estudar

Carmo 18 Set 18

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A movimentação já começou. É o primeiro dia de aula e é também uma nova etapa na vida desses estudantes, alguns deles pela primeira vez. Crianças, adolescentes e jovens regressam à rotina, rotina essa, que se vai manter nos próximos 9 meses. A alegria é tanta... O reencontro de colegas e amigos, fazer  novas amizades, conhecer novos  professores e sobretudo estar pronto para as aventuras. Sim, aventuras porque aprender é sempre uma aventura e, das boas.

Aproveitem!

 

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Foto: africa21online

 

As Tecnologias de Informação e Comunicação - TIC, constituem um instrumento fundamental no processo de ensino-aprendizagem, uma vez que, facilita na aprendizagem, estimula o interesse do aluno e proporciona aos mesmos uma nova forma de aprendizagem.

O uso das novas tecnologias foi tema de um painel, esta quarta-feira, durante um Fórum de educação que decorre no Mindelo.

Docentes reúnem-se para refletir sobre a prática pedagógica em torno de vários painéis.

 

Para a professora, Elisa Ferreira Silva que apresentou o tema o uso das novas tecnologias na educação, é urgente capacitar o professor para poder incluir as TIC na sua prática de docente.

 

“É urgente porque vivemos numa sociedade de informação e comunicação, a chamada sociedade digital, e não pode haver uma separação entre a escola e a sociedade”. Os professores têm a obrigação de saberem usar as TIC na escola porque, hoje em dia, além da competência pedagógico cientifica também é exigido ao professor competência tecnológica. E, se hoje em dia, se defendem que os estudantes devem pensar por si mesmos, terem pensamento crítico, então cabe ao professor estimular esse pensamento crítico e as TIC são parceiras, facilitam o desenvolvimento dessa competência em termos de pensamento crítico”.

 

Em termos de inclusão digital a escola e os alunos estão em ritmos diferentes.

 

“Infelizmente parece que há uma separação entre a escola e a sociedade. Sabemos que os jovens passam a vida a utilizar as TIC principalmente nas redes sociais, eles já estão habituados, mas na escola praticamente não se utiliza as TIC. Na sala, o professor apenas utiliza o projetor para ajuda-lo na sua tarefa, mas só que ele deveria utilizar as ferramentas cognitivas para fazer com que o aluno se motive e para que ele também utilize as TIC no seu processo de aprendizagem”.

 

"Atualmente com as novas tecnologias, os alunos dão mais importância ao superficial do que aquilo que de facto interessa", Elisa Ferreira Silva

 

O problema, segundo Elisa ferreira Silva, está no sistema de ensino, no professor e na sociedade que no seu entender, antigamente e durante os 28 anos de professorado, os alunos eram mais responsáveis, "preocupavam-se com a sua aprendizagem, atualmente com as novas tecnologias, os alunos dão mais importância ao superficial do que aquilo que de facto interessa, por isso, a família, a escola e a sociedade devem dar as mãos para tentarem ultrapassar esse aspeto"

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Educação especial é um problema para muitas escolas que não têm docentes com formação na matéria, ou, mesmo que haja, não há meios físicos, materiais e pedagógicos adequados.

 

Para enfrentar estes problemas, a escola Humberto Duarte Fonseca, no Mindelo, realiza uma ação de capacitação para voluntários em matéria de necessidades educativas especiais de forma a dar melhor resposta aos alunos que são atendidos pela referida escola.

 

Jorge Gomes da equipa de educação especial do ministério da educação falou dos desafios, do verdadeiro significado de inclusão educativa e chama atenção para a inclusão exclusiva.

 

Para Jorge Gomes os desafios são enormes “É uma área extremamente complexa e, que exige avultados recursos materiais e humanos. Para que realmente a inclusão seja uma realidade, ainda temos muita coisa a fazer nesses três áreas: recursos humanos, recursos materiais e físicos que tem a ver com as estruturas físicas dos edifícios escolares”.

 

Atualmente falar de inclusão tem outro significado

 

 “Anteriormente quando se falava da integração, o aluno era integrado na sala de aula e, apesar dos seus problemas, estava mais para a socialização, a vertente académica, puramente dito, não era muito tido em conta” mas agora fala-se de inclusão numa outra perspetiva conforme Jorge Gomes “o objetivo é que haja oportunidades iguais para todos, independentemente da sua condição, psicológica, enfim…”.

 

A inclusão é fundamental, para aqueles que precisam de necessidades educativas especiais. E, para isso, é preciso criar meios adequados. Caso contrário, não haverá inclusão mas sim exclusão.

 

“Havendo carência em termos de recursos humanos e materiais quer do edifício ou lúdico-pedagógicos, torna-se difícil dar uma atenção especial aquela criança especial e, se isto não for tido em conta e criado esses meios, lógico que estaremos perante uma inclusão exclusiva, porque aqueles alunos que carecem de necessidade educativa especial não encontram uma resposta adequada”.

 

Salas numerosas e com programas a serem cumpridas constituem um grande problema para o docente, que pretende chegar a cada criança com necessidades educativas especiais.

 

“Isto só agiganta ainda mais os problemas, porque o professor tem de correr atrás do currículo, corre atrás do programa e, o próprio modelo da avaliação do pessoal docente faz alguma pressão ao professor”, diz o entrevistado acrescentando que a avaliação do desempenho do docente também tem a ver com a taxa de aproveitamento. “Então, corre-se o risco de estar com atenção mais centralizada na percentagem em detrimento de uma atenção especial ao processo”, acrescentou.

Professores em greve

Carmo 24 Fev 15

A paralisação veio depois de algumas tentativas de negociação entre o Ministério da Educação e os Sindicatos que representam os professores.

 

Em causa um conjunto de reivindicações entre os quais a grelha salarial, requalificação, progressões e carga horária.

 

Para os Sindicatos as propostas apresentadas pelo Ministério não “passam de promessas”. Entretanto, a Ministra garante que fez tudo para evitar a greve.

 

Os representantes dos professores ameaçam: “caso a greve não surtir efeito desejado, vão congelar as notas”.

 

Com a greve, de dois dias da classe docente cabo-verdiana, milhares de alunos em todo o país ficaram sem aulas.

 

Professores lutam pelos seus direitos, através da greve.

 

 

O Ano letivo já se iniciou e cerca de 140.500 alunos, do pré-escolar, Ensino básico e secundário, regressaram hoje as aulas.

 

 

A falta de livros no mercado é o grande constrangimento do arranque deste ano letivo 2014/15 que começou com algumas novidades: no ensino básico a introdução de duas novas áreas Educação para a Cidadania e Educação Artística e no secundário a introdução, em fase experimental, da disciplina de empreendedorismo em 12 escolas secundárias do país.   

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