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O Álbum gravado em 1997 é o primeiro e único do artista. Alcides Nascimento não pôde continuar com a sua carreira musical devido a uma doença, rara, que lhe tirou por completo a audição. Em comemoração aos 20 anos do lançamento, o álbum foi reeditado e, em várias cidades tem-se realizado homenagens ao grande trabalho que é Pensamento. Esta quinta-feira 31 de maio, Mindelo lembra o álbum num concerto que reúne vários artistas mindelenses.

 

Tambla Almeida, da organização, disse à RCV que o evento é uma homenagem ao álbum e, não ao artista, uma vez que o próprio Alcides havia dito que se fosse homenagem esta não seria a sua vez “é uma homenagem a um disco de referência, um disco de qualidade, um disco que tem um excelente arranjo de Paulino vieira com a voz de Alcides e que acabou por ser o seu primeiro e único disco. É um disco bastante forte e, dentro da discografia cabo-verdiana que tem produzido coisas belíssimas, acredito que está no leque dos melhores.”

 

Concerto semelhante ao que se realiza no Mindelo aconteceu já em Lisboa, Praia e Holanda “ele tem convidado artistas, músicos e interpretes locais, de cada uma das cidades, para fazerem a interpretação dos temas. É o que Mindelo vai fazer e, é o que ele aguarda com muita expetativa, porque, Mindelo é a sua cidade natal e tem um amor enorme por esta cidade e, portanto, para ele fazer em Mindelo não é o mesmo que fazer noutro lugar “, assegurou Tambla Almeida.

 

Alcides Gonçalves nasceu na Cidade do Mindelo, cedo emigrou-se para Lisboa. Ainda muito jovem foi-lhe diagnosticado uma doença, rara, que lhe impediu de seguir com uma carreira musical, uma vez que, iria perder a audição. Aos 26 gravou Pensamento aquele que viria ser o seu primeiro e único álbum.

 

O álbum contou com Paulino vieira como produtor musical, acompanhamento no violão de Armando Tito, Nandinho, no saxofone, e Kau Paris, na bateria.

 

Músicos que estão no concerto em homenagem aos 20 anos do Pensamento de Alcides Nascimento: Carlini Dias, Gisele Silva, Nilton Gomes, Zizi Vaz, Tex, Edson Oliveira, Debora Paris, Bau, Chico Serra, Vozinha, Tchenta, Zé Paris e Djodje baterista.

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O carnaval do Mindelo vai contar, em 2019, com mais um grupo para abrilhantar ainda mais a festa do rei momo. Estrelas do mar regressa ao sambódromo após sete anos de ausência em “força” e no ano em que celebra os 45 anos de existência. Um regresso para ficar promete a direção que garante originalidade e muitas surpresas. E deixa alerta “ganhar estrelas do mar vai ser difícil”.

 

Luís Gonçalves, presidente do grupo disse que o estrelas do mar vai trazer arte e cultura ao carnaval do Mindelo.

 

“São Vicente pode contar com um mar de carnaval neste 2019. Vamos sair neste carnaval, para mostrar arte e cultura. É a maior manifestação cultual de Cabo Verde e temos uma responsabilidade enorme, assim como sempre tivemos. Estamos aqui para competir apesar de muitos anos longe do asfalto. Mas o facto de sair e pôr o grupo na rua é um sonho realizado” admite a direção que sabe “para ganhar estrelas do mar vai ser difícil”.

 

Cerca de 25 por cento do projeto já está pronto, Luís Gonçalves.

 

Estamos prontos disse ainda a direção do grupo que não adianta mais pormenores preferindo jogar com a surpresa do carnaval. “Mas posso dizer que 25 por cento do projeto já esta pronto. Musica também já está pronta faltando no estando meter a letra”.

 

A espetativa é boa, muitas pessoas têm aderido ao grupo, um estimulo para se seguir em frente, afirma o presidente do grupo.

 

“Desde 2014, pensamos em ressurgir mas cada coisa acontece na sua devida altura. E, como o grupo está a completar 45 anos de existência aproveitamos para surgir em força e surgir para ficar. O nosso carnaval precisa de mais adversidade e originalidade”. 

 

Bitu é o Diretor artístico do grupo mas Luís Gonçalves garante que estrelas do mar trabalha em equipa, com ideias, opiniões e muita democracia.

 

Estrelas do mar faz história no carnaval de Mindelo desde 1974 quando saiu pela primeira vez. A vida do estrela do mar no carnaval mindelense foi no entanto marcada por algumas ausências. A última aparição do grupo no desfile carnavalesco do Mindelo foi em 2012.

 

Para celebrar o regresso de estrelas do mar acontece no dia 26 de maio um juntar de gala que deverá reunir os antigos, atuais e possivelmente novos integrantes do grupo.

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A versão crioula de “Romeu e Julieta” de William Shakespeare vai ser apresentada esta noite na Assembleia Nacional, na ilha de Santiago.

 

A peça “Romeu ma Julieta, Um tragédia crioula” é, de acordo com João Branco, uma obra monumental que valoriza a língua crioula e resulta de uma coprodução com a companhia brasileira, Caixa Preta, e a Associação Mindelact. A peça estreou em novembro do ano passado no âmbito do Festival internacional do teatro de Mindelo.

 

O espetáculo crioulo “Romeu ma Julieta, Um tragédia crioula” está marcado para às 21 horas.

 

Com: muzikasapo

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“Encontros de gerações” é lema do Festival da juventude que acontece na Baia das gatas entre dias 6 e 8 deste mês. A iniciativa é promovida pela Câmara Municipal de São Vicente, no âmbito do dia Mundial da Juventude e em comemoração aos 139 anos da Cidade do Mindelo.

 

A programação do festival já é conhecida e consta atuações de vários artistas nacionais. Na sexta-feira, DJ Rudy Soares abre o festival, segue-se Cremilda Medina, Ricky Boy, Gil Semedo e Cabo Verde Show encerra o primeiro dia do festival.

No sábado sobem ao palco DJ Fatboy, Projeto Carnaval, Bulimundo, Grace Évora e Loony Johnson.

Dynamo fecha o pano do festival, depois de atuações como DJ Wills Rodrigues, Dub Squad, Débora Paris, Carmen Silva e Banda, Djarilene Paris, Kré SK e Kiddye Bonz.

 

Paralelamente ao festival da Juventude, acontece também atividades desportivas como Torneio de Sub-17 – futebol de Praia e Torneios de Andebol e Vólei.

 

E mais, a programação para as comemorações do dia Mundial da Juventude continua com workshops/ formações em varias áreas como moda, DJ, fotografia, nutrição, maquilhagem e aulas de fitness.

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O ator e jornalista José Eduardo Fonseca Soares recebeu o prémio mérito teatral, atribuído, no dia internacional do teatro, pelo Mindelact.

 

No discurso de atribuição do prémio, que aconteceu no Centro Cultural do Mindelo, o presidente da assembleia-geral do Mindelact, José Pedro Bettencourt disse que a escolha de Fonseca foi votada, como habitualmente, em reunião da Assembleia da associação e “aclamada”.

 

Bettencourt disse ainda que “a distinção reconhece um percurso de dedicação e muito trabalho em prol do teatro” mas representa também “uma responsabilidade já que concita o nosso extinguido a continuar a dar o seu contributo para mais e melhor teatro”.

 

O galardoado, Fonseca Soares, (Tchá) como é conhecido, agradeceu a homenagem, salientou que a vontade de continuar é “férrea” e garantiu que vai prosseguir “na medida do possível, na medida das possibilidades, das potencialidades ou das necessidades, digamos assim, do mundo das artes cénicas”.

 

Para o ator premiado, no teatro não há personagens “fortes” e ”importantes” e nem é necessário ser “o protagonista”. Fazer teatro, para este amante das artes cénicas, não é mais do que “fazer com que o teatro acontece”. E, não é preciso ser filmado ou reproduzido porque “o teatro que se faz hoje, não é um teatro que se pode reviver, refazer daqui há 10 anos, esse teatro que estamos a fazer num determinado momento, acontece nesse momento” e, é isso que o ator e jornalista considera ser importante “porque torna tudo muito mais humano com as artes cénicas”.

 

Anualmente e desde 1999 que a Associação Mindelact tem atribui o prémio mérito teatral a uma figura que tem contribuído para a promoção e desenvolvimento do teatro cabo-verdiano.

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