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Afinal a Morna ainda não é oficialmente Património Imaterial da Humanidade. O aviso foi feito hoje, 8 de novembro, pela UNESCO que avança que esta é apenas uma indicação positiva prévia.

 

A decisão final é do comité intergovernamental de salvaguarda do Património Imaterial da Humanidade que reúne entre 9 e 14 de dezembro, em Bogotá.

 

O certo, é que o país espera com ansiedade a classificação final positiva em dezembro.

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Cinco estreias em 72 espetáculos fazem parte da programação do 25º Festival Internacional de Teatro do Mindelo, a decorrer de 6 a 16 de novembro.

 

 “Bella Figura”, do Teatro Nacional de São João, do Porto em Portugal abre o Mindelact. O Festival arranca hoje no Mindelo e decorre em diversos espaços da cidade. 

 

A edição bodas de prata conta ainda com cerca de 150 artistas estrangeiros e nacionais, que vão atuar nos sete palcos habituais durante 11 dias.

 

Como é hábito no festival, a formação é uma "componente importante" da programação e o que caracteriza estas formações é a "ampla diversidade" sublinha João Branco acrescentando que "temos formações que vão desde a iluminação de palcos, até oficinas para trabalhar o corpo do ator, direcionadas para a componente de performance, para a questão do teatro gestual e da mímica e para a manipulação de objetos."

 

Os espetáculos estrangeiros provêm de 12 países como Portugal, Guiné-Bissau, Angola, Brasil, Itália, Espanha, França, República Checa, Dinamarca, Alemanha, Estados Unidos e Japão.

 

À semelhança dos anos anteriores, a edição número 25 vai contar também com uma extensão na cidade da Praia.

 

A festa de encerramento do Festival de Teatro do Mindelo está prevista para 16 de novembro, no Palco 1, com a peça "Os Vivos, o Morto e o Peixe Frito" do grupo Juventude em Marcha.

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É uma das músicas de natal mais populares do mundo. Foi em 1994 que Mariah Carey lançou o sucesso 'All I Want For Christmas Is You'. O tema faz parte de um disco especial de Natal da cantora intitulado “Merry Christmas”.

 

Para comemorar os 25 anos de "All I Want For Christmas Is You", a artista publicou no YouTube um vídeo com imagens nunca vistas da gravação do videoclipe original.

 

 

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O Prémio Nobel da Literatura 2018 e 2019 foi atribuído à escritora polaca Olga Tokarczuk e ao escritor austríaco Peter Handke, respetivamente.

 

Depois de o prémio ter sido suspenso devido a um escândalo que abalou a reputação da instituição e levou a várias demissões, esta quinta-feira, 10 de outubro, a academia Sueca anunciou os vencedores do Nobel da Literatura de 2018 e de 2019.  

 

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Olga Tokarczuk, de 57 anos, escritora, romancista, psicóloga e poetisa polaca venceu o Nobel 2018.

 

Nasceu na cidade polaca de Sulechów, em 1962. Estreou-se enquanto escritora de ficção em 1993, com "Podróz ludzi Księgi" ("The Journey of the Book-People"), mas tornou-se reconhecida com a publicação, em 1996, de "Prawiek i inne czasy" ("Primeval and Other Times"). 

 

Mas, para o comité que atribui o Nobel, o expoente máximo da obra de Tokarczuk, até ao momento, é "Księgi Jakubowe" ("The Books of Jacob") - no qual a autora "mostra a suprema capacidade de representar um caso quase fora do entendimento humano".

 

Em 2018, venceu o Prémio Internacional Man Booker pelo romance "Bieguni" ("Flights" - ou "Viagens", na versão portuguesa, editada pela Cavalo de Ferro).

 

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O escolhido de 2019 foi o romancista, dramaturgo, poeta, realizador, o escritor austríaco Peter Handke.

 

Nascido em 1942 em Griffen, na Áustria, Peter Handke é apresentado pela Academia Sueca como “um dos mais influentes escritores da Europa depois da Segunda Guerra Mundial“, não isento de polémica, por ter tido uma postura pró-Sérvia na guerra dos Balcãs, nos anos 1990.

 

Peter Handke, de 76 anos, estreou-se no mundo da literatura em 1966, com "Die Hornissen" ("The Hornets"). Foi o texto dramático "Publikumsbeschimpfung" ("Offending the Audience"), em 1969, que o catapultou na cena literária.

 

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Com TSF

Fotos/Reprodução Internet

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O Presidente da República, poeta e escritor Jorge Carlos Fonseca recebeu com 'surpresa e satisfação' a comunicação de que foi laureado com o prémio Guerra Junqueiro. 

 

'Recebi a notícia com surpresa e satisfação' escreveu Jorge Carlos Fonseca na rede social, adiantando que a entrega do prémio será feita, no próximo ano, em cerimónia organizada para o efeito, em Cabo Verde.

 

Segundo noticiou a RTP, o prémio Guerra Junqueiro vai expandir-se a quatro países da Lusofonia e premiar Ana Luísa Amaral, de Portugal, Lopito Feijó, de Angola, Raul Calane da Silva, de Moçambique, Tony Tcheka, da Guiné-Bissau, e Jorge Carlos Fonseca, de Cabo Verde.

 

Os cinco premiados, vão receber a distinção, em cerimónias nos seus respetivos países. 

 

O prémio tem sido atribuído desde 2017, no âmbito do Festival Internacional Literário, que se realiza na terra natal do escritor Guerra Junqueiro.

 

O festival literário tem por base a vida e obra do poeta Guerra Junqueiro, tido como “uma referência inquestionável da literatura portuguesa” e com raízes em Freixo de Espada à Cinta, no distrito de Bragança.

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