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Ulisses Correia e Silva considera Mindelact uma marca da cultura e das artes de Cabo Verde. O Primeiro-ministro falava na abertura oficial do Festival Internacional do Teatro Mindelact, esta sexta-feira, no Mindelo.

 

Para Ulisses Correia e Silva este é o momento que consideramos importante na arte e na cultura de Cabo Verde em São Vicente. Correia e Silva reafirma o compromisso de parceria com a Associação e disse ser um orgulho o percurso e os resultados que o Mindelact traz para o país.

 

João Branco, presidente do Mindelact, admite que a economia dos afetos não é um termo poético inventado por uma pessoa lunática que não consegue ter os pés bem assentes no chão. A economia dos afetos, reforça, existe efetivamente e permite, “por exemplo, que um festival que poderia custar X custa dez vezes menos que X”.

 

Enano Torres, a representar os artistas do Mindelact 2018, acredita que o que une este festival é o coração. “O Mindelact é um festival cheio de alma, arte e afeto” disse Enano acrescentando que todos os artistas que tem participado no Mindelact garantem que este festival é diferente.

 

“Mindelact 2018 - Arte, Alma e Afeto” faz de Mindelo a maior sala de espetáculo do país e da África Ocidental até ao dia 11 de novembro. A 24 edição abriu com “De Marfim e Carne - As estátuas também sofrem” da coreografa cabo-verdiana Marlene Freitas.

 

A edição desde ano conta com a participação de países como Portugal, República Checa, Marrocos, França, Brasil, Espanha, Uruguai, Angola e Gana e espetáculos distribuídos entre o Centro Cultural do Mindelo, Alaim, praças e zonas de São Vicente, de Salamansa a São Pedro.

 

 

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