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Foto/Reprodução internet

 

Abiy Ahmed Ali é o vencedor do Prémio Nobel da Paz de 2019. O anúncio foi feito esta sexta-feira, 11 de outubro, pelas Academias sueca e norueguesa. 

 

O prémio foi atribuído ao primeiro-ministro etíope pelos seus esforços para “alcançar a paz e a cooperação internacional” com os acordos de paz com a Eritreia. 

 

“A paz não chega das ações de apenas uma parte. Quando o primeiro-ministro estendeu a sua mão, Isaías Afewerki  [Presidente da Eritreia] agarrou-a e ajudou a formalizar o processo de paz entre os dois países”, evidenciou Berit Reiss-Andersen, líder​ do comité do Nobel. O acordo de paz foi assinado em 2018, pondo termo a quase 20 anos de tensão com a Eritreia.

 

Desde que Ali assumiu o cargo, em abril de 2018, passou vários meses “a tentar alcançar a amnistia” de vários presos políticos; legalizou grupos opositores, lutou para acabar com o estado de emergência no país; acabou com a censura dos meios de comunicação; promoveu a paz social e aumentou a importância do papel das mulheres na Etiópia, continuou o comité que atribui os prémios Nobel.

 

Nascido em 1976 na cidade de Beshasha, Abiy Ahmed foi eleito primeiro-ministro em abril de 2018. O politico é também engenheiro e militar.

 

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Foto/Reprodução Internet

 

Com Público.

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O Presidente da República, poeta e escritor Jorge Carlos Fonseca recebeu com 'surpresa e satisfação' a comunicação de que foi laureado com o prémio Guerra Junqueiro. 

 

'Recebi a notícia com surpresa e satisfação' escreveu Jorge Carlos Fonseca na rede social, adiantando que a entrega do prémio será feita, no próximo ano, em cerimónia organizada para o efeito, em Cabo Verde.

 

Segundo noticiou a RTP, o prémio Guerra Junqueiro vai expandir-se a quatro países da Lusofonia e premiar Ana Luísa Amaral, de Portugal, Lopito Feijó, de Angola, Raul Calane da Silva, de Moçambique, Tony Tcheka, da Guiné-Bissau, e Jorge Carlos Fonseca, de Cabo Verde.

 

Os cinco premiados, vão receber a distinção, em cerimónias nos seus respetivos países. 

 

O prémio tem sido atribuído desde 2017, no âmbito do Festival Internacional Literário, que se realiza na terra natal do escritor Guerra Junqueiro.

 

O festival literário tem por base a vida e obra do poeta Guerra Junqueiro, tido como “uma referência inquestionável da literatura portuguesa” e com raízes em Freixo de Espada à Cinta, no distrito de Bragança.

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A iniciativa do grupo de apoio à Enseada d' Coral juntou, na sexta-feira 27 de setembro, amigos do ambiente na marcha em defesa do planeta.  

 

Com a marcha, o grupo quis chamar a atenção mais uma vez para a necessidade de preservar a enseada da Laginha. Os presentes da marcha, que iniciou na Laginha e terminou na Praça D. Luís, empunhavam cartazes e soltaram palavras de ordem como “queremos projetos sérios, sem corrupção”.

 

Guilherme Mascarenhas acredita que a resolução do problema da enseada é imediata e apresentou solução fazendo uma abertura na saída de água, em caso de chuva forte os efeitos negativos desaparecem em poucos dias. Caso contrário a enseada de coral sofre profundamente e passamos a ter um problema da saúde pública na praia da Laginha, com prejuízo sobretudo para as crianças.”

 

E assim, fecha-se uma semana de ação global que mobilizou cerca de 170 países para a preservação do meio ambiente, liderada pela ativista sueca Greta Thunberg, uma menina de 16 anos.

 

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Foto: Reprodução Internet

 

O cantor mindelense, Tito Paris, regressa ao passado com os sons e a banda original, na Rua de Lisboa, para um espetáculo único, onde vai interpretar temas que o tornou conhecido.

 

No Concerto "Reencontro” - em exclusivo para RTP África - Diva Barros, Jennifer Solidad e Cremilda Medina são as convidadas para a abertura do espetáculo, que acontece este sábado, 7 de setembro, às 21 horas, na Rua de Lisboa, no Mindelo.

DOC.20190905.26976123.010-1068x712.jpgFoto: Reprodução/ António Silva / Lusa

 

Francisco inicia em Moçambique uma visita pastoral de 10 dias que inclui Madagáscar e Ilhas Maurícias.

 

O líder da Igreja Católica deixou mensagem de paz e de reconciliação aos moçambicanos: "A paz é como uma flor frágil que tenta brotar entre as pedras da violência, então exige que se continue a afirmá-la com determinação, mas sem fanatismo; com coragem, mas sem exaltação; com tenacidade, mas de maneira inteligente". Ainda no primeiro dia de visita do Papa Francisco a Moçambique o lider da Igreja Catolica deixou aos jovens mensagem de esperança.

 

Francisco é o segundo papa a visitar Moçambique, depois de João Paulo II, em 1988.

 

Vale referir que Moçambique terá eleições em outubro e, o Papa já reuniu com Nyusi e com Momade.

 

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