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O Navio belga A960 Godetia encontra-se em São Vicente para, juntamente com a guarda costeira nacional, garantir a segurança nos mares da África Ocidental. Para isso, acontece no Mindelo exercícios de treinamento.

 

Solidariedade, cooperação, diplomacia militar e segurança são os pilares desta missão. Depois de Cabo Verde, o navio Godetia parte para Gâmbia.

 

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Educação especial é um problema para muitas escolas que não têm docentes com formação na matéria, ou, mesmo que haja, não há meios físicos, materiais e pedagógicos adequados.

 

Para enfrentar estes problemas, a escola Humberto Duarte Fonseca, no Mindelo, realiza uma ação de capacitação para voluntários em matéria de necessidades educativas especiais de forma a dar melhor resposta aos alunos que são atendidos pela referida escola.

 

Jorge Gomes da equipa de educação especial do ministério da educação falou dos desafios, do verdadeiro significado de inclusão educativa e chama atenção para a inclusão exclusiva.

 

Para Jorge Gomes os desafios são enormes “É uma área extremamente complexa e, que exige avultados recursos materiais e humanos. Para que realmente a inclusão seja uma realidade, ainda temos muita coisa a fazer nesses três áreas: recursos humanos, recursos materiais e físicos que tem a ver com as estruturas físicas dos edifícios escolares”.

 

Atualmente falar de inclusão tem outro significado

 

 “Anteriormente quando se falava da integração, o aluno era integrado na sala de aula e, apesar dos seus problemas, estava mais para a socialização, a vertente académica, puramente dito, não era muito tido em conta” mas agora fala-se de inclusão numa outra perspetiva conforme Jorge Gomes “o objetivo é que haja oportunidades iguais para todos, independentemente da sua condição, psicológica, enfim…”.

 

A inclusão é fundamental, para aqueles que precisam de necessidades educativas especiais. E, para isso, é preciso criar meios adequados. Caso contrário, não haverá inclusão mas sim exclusão.

 

“Havendo carência em termos de recursos humanos e materiais quer do edifício ou lúdico-pedagógicos, torna-se difícil dar uma atenção especial aquela criança especial e, se isto não for tido em conta e criado esses meios, lógico que estaremos perante uma inclusão exclusiva, porque aqueles alunos que carecem de necessidade educativa especial não encontram uma resposta adequada”.

 

Salas numerosas e com programas a serem cumpridas constituem um grande problema para o docente, que pretende chegar a cada criança com necessidades educativas especiais.

 

“Isto só agiganta ainda mais os problemas, porque o professor tem de correr atrás do currículo, corre atrás do programa e, o próprio modelo da avaliação do pessoal docente faz alguma pressão ao professor”, diz o entrevistado acrescentando que a avaliação do desempenho do docente também tem a ver com a taxa de aproveitamento. “Então, corre-se o risco de estar com atenção mais centralizada na percentagem em detrimento de uma atenção especial ao processo”, acrescentou.

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O Cantor e compositor brasileiro, Seu Jorge, atua este sábado, 21 de abril, no Mindelo, no âmbito dos 139 anos da cidade.

 

A iniciativa da Câmara Municipal de São Vicente em parceria com o Kriol Jazz conta com a participação de artistas nacionais Edson Oliveira, Cármen Silva e Banda. O espetáculo acontece na Rua de Lisboa, a partir das 20 horas.

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Foto:elo7.com

 

A Igreja católica celebra esta quinta-feira, 19, de abril o dia de santo Expedito, conhecido como o santo das causas justas e urgentes mas também como padroeiro dos militares, dos estudantes e dos viajantes.

 

Expedito nasceu na Arménia, era oficial do exército romano e comandava a 12ª Legião, estabelecida em Melitene, na Arménia. A legião tinha como missão defender as fronteiras orientais contra os bárbaros asiáticos e entre os seus soldados havia muitos cristãos.

 

No momento de sua conversão, conta-se que um espírito do mal, na forma de um corvo, veio tentá-lo dizendo "cras" - que em latim significa "amanhã", mas imediatamente Expedito pisoteou o corvo, gritando "hodie", ou "hoje", confirmando que não deixaria sua conversão para depois.

 

As imagens de Santo Expedito apresentam-no com traje militar, vestindo uma túnica curta e um manto. Em uma mão sustenta uma palma e na outra a cruz com a palavra "Hodie", em referência à sua conversão. Sob um dos pés está o corvo dominado e a palavra "Cras".

 

Com: educacao.uol.com

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“Reconciliados com Cristo, fermentos de um mundo novo” é tema da II semana teológica que a Diocese de Mindelo realiza em parceria com a escola de formação teológica para leigos. A semana acontece no auditório Onésimo Silveira, na Universidade do Mindelo, até a próxima sexta-feira, 20 de abril.

 

Na abertura, o Bispo de Mindelo, Dom Ildo Fortes afirmou que a reflexão pretende ser um lugar de confrontos de ideia e não de catequese “Queremos com esta semana teológica uma igreja, que se sabe, portadora de uma luz especial, de uma mensagem que não passa e, que quer dialogar com o mundo”.

 

“A função de existirmos é de verdadeiramente para sermos o Sal da terra, a luz do mundo como diz o Evangelho. Não se trata de fazer catequese, de estar na Sacristia é hora de sair e, isto faz-se também no confronto de ideias, no diálogo”, acrescentou o Bispo.

 

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Durante a conferência intitulada “A igreja católica cabo-verdiana e políticas publicas nacionais: Confronto e convergência para uma cultura da justiça e paz”, o conferencista Carlos Reis membro da comissão diocesana justiça e paz da Diocese de Santiago falou, de vários assuntos entre os quais, da violência e da injustiça.

 

Para Carlos Reis esses atos violentos “demasiado regular” e “demasiado frequente” é algo que está a surgir na sociedade que, por vezes “dizemos que é nossa mas quando postos perante factos dessa natureza, nós rejeitamos como uma sociedade que seja nossa, que algo que seja nosso possa “parir”, possa dar lugar, possa fazer emergir atos de tanta violência, de tanta crueldade e com a regularidade que temos vindo a assistir”.

 

Ao lado da violência acrescenta o conferencista, assistimos também uma insatisfação relativamente generalizada que é a falta de justiça.

Reis reconhece que a justiça humana tem erros mas acredita que a perceção da falta dela ou mesmo da “injustiça” é superior aquilo que, no seu entender, “deve poder corresponder com a realidade das nossas estruturas ligadas a justiça, apesar de ser um facto e de ser evidente que vários subsistemas do sistema maior da justiça precisam de correções e de intervenções de reforma”.

 

Ainda na conferência Carlos Reis fez referência a tendência evolutiva da dinâmica social no plano das desigualdades sociais.

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