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A ilha de São Vicente comemora a festa do município e do seu padroeiro neste, 22, de janeiro. Para celebrar a data a Câmara municipal, promove um leque de atividades culturais e desportivas que tem vindo a decorrer.

 

Esta noite por volta das 21 horas, os mindelenses têm convite para descer à baixa da cidade, na praça D. luís, para um concerto musical com participação de artistas como Mirri Lobo, Lura, Nancy Vieira, Jorge Sousa, Jenifer Solidade e Djila.

 

O dia do Município, 22 de janeiro começa com o hastear da bandeira, por volta das 10 a hora é sagrada, o convite é participar na Missa solene e procissão em honra ao santo padroeiro da ilha, São Vicente. A tardinha uma sessão solene tem lugar no salão nobre dos paços do concelho com homenagens às personalidades da ilha.

 

Em termos de atividades desportivas inicia o torneio da taça de São Vicente, corrida de cavalos e final da taça de São Vicente em veteranos. A volta a São Vicente em bicicleta continua, bem como o campeonato nacional de xadrez, o torneio do município em ténis e a taça do município em golfe.  

 

As vozes das ilhas fazem cair o pano das atividades da festa do município. O concerto musical acontece num dos hotéis da cidade e conta com representantes de todos os Municípios do país numa organização do Grupo Serenata.

Foto: mistacentro

 

Mandingas de Ribeira bote é o primeiro grupo a desfilar no carnaval deste ano. Todos os anos, como é tradição, mandingas saem à rua aos domingos, para anunciar o carnaval.

Música e dança rimam bem com mandingas. As ruas enchem-se de gente que esperam ansiosos para o desfile de mandingas. E a festa começou hoje …ariah…

 

Horas antes de saída para o desfile, Nilton Rodrigues, presidente de Mandingas de Ribeira Bote, dizia-se preparado para iniciar o desfile confiante que tudo iria correr bem, na paz. É isso que lhe dava confiança num bom desfile “ com feeling e bom moral”. E não foi diferente. Transportaram animação a partir do estaleiro de ribeira bote a um grupo de bairros de São Vicente com passagem desta feita por Fonte Inês, cruz, madeiralzinho, chã de alecrim, com passagem pela praça nova no centro da cidade rumando depois ao ponto de partida o estaleiro do grupo em Rª Bote. Estarão a colorir mais domingos até ao carnaval oficial.

 

Rodrigues sabia que o pessoal do grupo estava mobilizado e preparado para mais um desfile de mandingas. E confirmou-se. A organização esteve dentro das expetativas, o desfile correu bem, civismo imperou o que deixa a todos satisfeitos. “Quanto mais gente, mais feeling temos para dançar. Sinto feliz quando vejo a multidão, dá mais emoção e mais moral para arrancar com o desfile”. Assim falava o presidente dos mandingas de Ribeira bote, que no final do desfile deste, 14 de janeiro, não tinha razões de queixa. Todos ficam a espera, claro, de mais mandingas da Ribeira bote. Bem-haja mandingas, bem-haja o carnaval.

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Os são vicentinos saíram à rua para no ,13, de janeiro dia da Liberdade e da Democracia, reclamarem mais poder e mais autonomia para São Vicente e para as ilhas no geral. Na marcha, os manifestantes empunhavam cartazes com a palavra “Basta”.

Na praça Dom Luís, ultimo ponto do trajeto, Salvador Mascarenhas, líder do Sokols disse para a imprensa que o povo já demonstrou o seu descontentamento e pede respostas do governo e da câmara municipal.  

Mascarenhas afirma que o primeiro-ministro já teve oportunidade de, num outro momento, ouvir a mensagem e não responde porque não quer.

 

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O povo de São Vicente, e de cabo verde querem autonomia, as ilhas periféricas estão a sofrer muito, diz Mascarenhas, acrescentando que este orçamento de estado é uma calamidade, uma desgraça, que a sociedade já acordou e já viu que o rei vai nu”.

A luta continua, garante Mascarenhas e pode ser mais dura, caso necessário. Greve geral é uma das hipóteses.

Satisfeito com o resultado, salvador Mascarenhas disse que a manifestação foi um sucesso absoluto e revela que um caderno reivindicativo vai ser entregue ao Primeiro-ministro.

 

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O movimento cívico sokols sai à rua, este sábado, 13, numa marcha pacífica pela Democracia, para reivindicar juntamente com a população são-vicentina, como espera, por um Cabo Verde descentralizado, harmonioso, equilibrado e justo, bem como um poder local ativa e competente.

 

A marcha de 13 de janeiro é para reforçar a de 5 de julho e mostrar que a população está descontente, atenta e, quer igualdade de oportunidade e de tratamento.

 

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Salvador Mascarenhas líder de Sokols garante que pretendem combater a desigualdade e lutar por um Cabo Verde meritocracia, com uma governação transparente, onde os cidadãos têm a possibilidade de ter uma cidadania mais ativa sem trelas partidárias. Mascarenhas defende ainda autonomia para todas as ilhas “queremos um Cabo Verde igual de Santo Antão a Brava, e isso, significa uma melhoria do índice de felicidade das populações”.

 

Sokols quer um poder local mais ativo e competente

 

Acha que a câmara municipal de São Vicente não é ativa? “Absolutamente. É uma câmara autista, pouco criativa e que não tem encontrado soluções para os problemas de São Vicente e do eleitorado. E pior de tudo, não responde às ansiedades da população. Precisamos de uma câmara ativa, dinâmica, uma câmara com um gabinete dedicado à procura de financiamento, que tem uma plataforma de diálogo com a população. Queremos uma câmara que proteja o património. A câmara municipal vai sempre atrás daquilo que diz o governo, nunca reclama, está sempre tudo muito bem, apesar de ter feito um empréstimo de 200 mil contos, que não sabe quando vai pagar”.

 

Mais segurança, mais e melhor trabalho para todos. Um objetivo, uma ambição, um desejo.

 

Relativamente a segurança, Mascarenhas alerta para a necessidade de combater o problema de raiz. A presença policial, chama atenção, deve ser em todo o lado, nas cidades e nos bairros periféricos, ou seja, junto das populações, conclui-se.

 

No que se refere a mais e melhor trabalho, Mascarenhas defende que todos nós temos ideias, mas o que Sokols pretende não é ditar como é que as coisas devem ser feitas tanto é que não queremos ser governo, mas sim, o barómetro de governação e organismo de pressão e de vigilância seja a quem for. Não há ninguém acima de suspeita. “Queremos estimular a sociedade civil para que possam de facto concorrer ao poder e transformar o país. Achamos que Cabo Verde tem condições a semelhança de outros países arquipelágicos com uma indústria turística, que é o nosso futuro. Achamos que conseguimos ultrapassar as questões de desenvolvimento”.

 

Sokols e ambições partidárias

 

O Sokols garante distanciamento de partidos políticos. Disponibiliza-se no entanto a apoiar um movimento cívico e independente para devolver a câmara à cidade e tornar Mindelo numa cidade mais dinâmica.

 

Regresso às ruas seis meses depois

 

Salvador Mascarenhas diz que pelas reações da população acredita que as pessoas estão a precisar mesmo de voltar à rua para reclamar. Se não lutarmos a cidade vai continuar a afundar-se, acrescenta.

 

Na volta às ruas deste fim de semana, sábado, 13 de janeiro, dia da Liberdade e da Democracia, Sokols tem para marcar o momento reivindicativo e com a democracia como pano de fundo, atividades tais como: corrida de atletismo, marcha pela democracia com início às 10 horas na praça estrela e término na praça Dom Luís com momentos de animação cultural.

 

 

 A cantora caboverdiana, Cremilde Medina lança mais um vieoclip do álbum "Folclore". "Sonho dum criola" é uma composição de Morgadinho feita especialmente para Cremilde. O tema segundo uma nota que o Noviactual teve acesso, retrata o sonho da artista para uma vida melhor, sem maldades, sem vaidades mas com muito amor, paz e harmonia.

 

"Sonho dum criola" faz parte do álbum "Folclore" o primeiro trabalho discográfico de Cremilde Medina  lançado no final do ano passado.

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