Os franceses quiseram dar um novo ruma à França e, por isso, escolheram o socialista François Hollande como presidente da República Francesa. Hollande conseguiu 51,9 por cento dos votos e Sarkozy, 48 por cento.
Já os gregos não quiseram um governo com maioria absoluta, por isso, será necessário uma coligação. A Nova Democracia, de direita, ganhou as eleições legislativas com 19,1 por cento, a extrema-esquerda (Syriza) conseguiu 16,3 por cento e os socialistas do PASOK 13,6 por cento.
A Revolução dos Cravos refere-se a um período da história de Portugal resultante de um golpe de Estado militar, ocorrido a 25 de Abril de 1974.
O Golpe militar que depôs o regime ditatorial do Estado Novo iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático, com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de Abril de 1976.
São Tomé e Príncipe, Moçambique, Portugal, África do Sul, China, Estados Unidos e Cabo Verde são exemplos de países que já condenaram o golpe de estado na Guiné-Bissau.
Foto: sapo.cv
Os Guineenses residentes em Cabo Verde manifestaram-se esta quinta-feira na ilha de Santiago contra o golpe de estado na Guiné-Bissau e pediram o restabelecimento da ordem constitucional no País.
O governo de Cabo Verde condena veementemente a tentativa de golpe de Estado na Guiné-Bissau e ‘exige’ que os militares devolvam o poder imediatamente às autoridades legitimadas e que sejam criadas as condições para realização em plena liberdade da segunda volta das eleições presidenciais.
A CPLP condena o golpe militar na Guiné-Bissau e, insta a cessação imediata de qualquer acção militar que ponha em causa o Estado de Direito e a legalidade democrática da Guiné-Bissau. Exige o respeito e a preservação da integridade física de todos os titulares de cargos públicos e demais cidadãos que se encontram sob custódia dos militares, assim como a sua libertação imediata e incondicional.
A CEDEAO - Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental condenou a tentativa de golpe de Estado levada a cabo na Guiné-Bissau e pede o restabelecimento imediato da ordem constitucional neste Estado-membro para permitir a conclusão do processo eleitoral.
A União Africana condena a tentativa de golpe de Estado perpetrada por militares na Guiné-Bissau e indicou que rejeitará uma mudança anticonstitucional de Governo. O presidente da Comissão indicou que a UA não aceitará nenhuma tomada anticonstitucional do poder e qualquer tentativa com vista a prejudicar o processo democrático na Guiné-Bissau.
O Conselho de Segurança da ONU "condenou firmemente" o golpe na Guiné-Bissau e pediu o regresso do poder civil, depois de os militares terem detido o primeiro-ministro, o Presidente e outros membros do Governo.
A Casa Branca condenou veementemente o golpe militar. O porta-voz Jay Carney garantiu que "os Estados Unidos apelam para a restauração imediata do governo legítimo".
Os Bispos Católicos da Guiné-Bissau repudiaram "mais esta opção militar e todas as formas de violência escolhidas" para resolver problemas do país e pediram um "respeito sagrado" pelas leis "e pelas instituições democraticamente eleitas".
Ramos-Horta vai mediar o conflito
José Ramos-Horta aceita mediar a crise política na Guiné-Bissau, mas deixa claro que a condição 'sine qua non' é a libertação do primeiro-ministro e de todos os outros que estejam detidos. Ramos-Horta quer também garantias de que os detidos não estão a sofrer "quaisquer sevícias, quaisquer actos de violência física ou psicológica, porque não há a mais pequena razão para a sua detenção".
Guiné-Bissau reabre fronteiras
O Comando Militar que desencadeou o golpe militar da semana passada anuncia a reabertura das fronteiras aéreas, terrestres e marítimas. Num comunicado, os golpistas pedem a todos os que trabalham nestes sectores para que regressem aos seus postos de trabalho.
TACV volta a voar para Bissau
A TACV retoma esta sexta-feira os voos para a Guiné-Bissau, depois de receber, da delegação em Bissau, a confirmação que já estão reunidas as condições de segurança no país.
Revoltosos já escolheram Presidente da Guiné-Bissau
Serifo Nhamadjo, vice-presidente do Parlamento até ao golpe de Estado será o futuro Presidente da República interino da Guiné-Bissau e Sori Djaló vai ser o presidente do Conselho Nacional de Transição.
Cabo Verde disponível para enviar tropas
Cabo Verde está disponível para participar, ‘a qualquer nível’, numa missão de paz na Guiné-Bissau sob os auspícios das Nações Unidas, afirma o ministro da Defesa cabo-verdiano.