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Noviactual

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Leomar é uma artista plástica cabo-verdiana que se inspira na Mulher, no Mar e na Música para criar as suas obras. Gosta de ousar nas cores e não tem receio de utiliza-las na arte de pintar.

 

O Noviactual visitou o atelier Leomar Artes, no Palmarejo, Praia e constatou a vivacidade das suas obras coloridas sempre retratando a mulher, o mar e a música. E, neste dia da mulher cabo verdiana, exibimos a reportagem feita com a artista onde fala de uma exposição em homenagem à mulher que se realiza no próximo dia 30, da publicação futura de um livro e do seu projeto social.

 

Chama-se Leontina Ribeiro, é formada em Engenharia civil. O desenho e a pintura são outros amores da vida da Leomar, para além da sua família.

 

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O seu espaço de criação “Atelier Leomar artes” é segundo a artista o seu mundo e o melhor local para se inspirar “quando estou aqui dá impressão que estou fora do contexto mundial, do contexto da minha cidade, do meu ambiente mas é aqui que eu me sinto melhor e é aqui que tenho maior inspiração para trabalhar e desenvolver as minhas obras e para criar".

 

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As cores quentes são a marca da artista que pretende mostrar a cor da vida através das cores.

"Cor é vida e eu quero passar a mensagem de que através da pintura, das cores, dos materiais, de uma paleta de cores muito intensa, o povo cabo-verdiano é um povo alegre, que a nossa terra é bonita e que é feita de muitas cores. Tem paisagens bonitas, tem gente bonita, principalmente as nossas mulheres e quero passar a mensagem de que a vida é felicidade e que é feita de coisas bonitas, de coisas belas. As minhas cores radiantes, vibrantes, impactantes são para mostrar tudo isso, a cor da vida através das cores".

 

A sua inspiração vem da Mulher, do Mar e da Música que considera as três fontes de riqueza de cabo Verde.

"As minhas fontes de inspiração são os três Ms. Eu costumo dizer que são os três Ms da Leomar: mulher, mar e música. Pretendo mostrar que temos as grandes riquezas, a força da mulher cabo-verdiana, o mar que nos une, une as ilhas e nos une ao mundo e onde temos a fonte marinha que é rico, o fundo do mar de Cabo Verde é muito rico. Outra riqueza é a música que é a nossa identidade, todo mundo canta, temos bons músicos e boas composições. São essas as minhas grandes inspirações e são elas que eu trabalho e que eu comecei e, vou terminar os meus dias homenageando essas três fontes de riqueza cabo-verdiana".

 

A Leomar expõe em Cabo Verde, já mostrou as suas obras no estrangeiro tendo estado recentemente numa mostra em Miami. Como se sentiu nesse ambiente?

"Aqui em Cabo Verde anualmente faço dois ou três exposições e para além de partilhar os meus trabalhos cá dentro, eu também faço com que os meus trabalhos sejam reconhecidos no estrangeiro. As minhas obras fazem parte de acervos de muita gente lá fora.

Já fiz exposição em Portugal, Dakar e a mais recente que eu participei foi numa grande feira de arte que é a Art Basel em Miami, que decorreu em dezembro do ano passado, onde eu tive a oportunidade de relacionar-me com artistas de grandes nomes internacionais, num espaço internacional que é Miami south beach, e venho com um sentimento de ter aprendido muito e de ter visto coisas nunca antes pensadas e que me serve de formação para os meus trabalhos futuros".

 

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Leomar tem feito o retrato pintado de figuras destacadas do país desde a música, política, ou religião.

"Julgo que a nossa sociedade é formada por pessoas com um certo nível e pessoas que merecem ser valorizadas e homenageadas. Na última exposição que eu fiz “Fest Jazz”, o homenageado na altura era o Humbertona e pude homenageá-lo com um retrato pintado. E sendo um ambiente de música, eu quis também homenagear os músicos. Então fiz retratos pintados das figuras musicais de proa, que nós temos aqui. Pude pintar retratos de artistas como Tito Paris, Vasco Martins, Lura, Elida Almeida, Khyra, Maria de Barros, Nancy vieira, Mayra Andrade, Totinho e Albertino. Consideramos que essas pessoas merecem todo o nosso carinho e este é uma forma de mostrar o meu carinho por esses artistas que tão bem tem sabido levar e elevar o nome de Cabo Verde. Para além de figuras artísticas já pintei retratos de nomes políticos e religiosos como o Cardeal Dom Arlindo Furtado, o Padre Campos e Ulisses Correia e Silva. Vou homenageando as pessoas que dão tudo por tudo para que Cabo Verde seja um país melhor".

 

Leomar é uma mulher preocupada com as questões sociais e, por isso, desenvolve um projeto social intitulado “colorir as ilhas”.

Trata-se de um trabalho de caris social sem fins lucrativos, onde a artista faz da pintura uma fonte de mudança, de atitudes e de comportamentos. Procura neste particular, na tinta, no pincel e na tela resgatar a autoestima das crianças, jovens e mulheres no nosso mundo social.

“Sabemos que nós temos ainda grandes barreiras a atingir para que consigamos formar pessoas com equilíbrio emocional e financeiro e conseguir que essas pessoas vejam a arte como uma fonte de sustentabilidade e, também, através da arte conseguir mais harmonia a nível social, mais paz social, menos violência tanto juvenil como domestica. É, por isso, que convido essas pessoas através das Câmaras Municipais ou através das associações não-governamentais e levo a pintura para os mais jovens no sentido de contribuir para a formação dos cabo-verdianos por mais valores".

 

O desenho e a pintura surgem na vida da nossa entrevistada ainda na infância.

"A minha vontade de pintar e desenhar surgiu ainda muito cedo, quando estava na escola primária. Depois no ciclo desenvolvi mais essas aptidões e fui pintando porque havia coisas que me chamavam atenção. Comecei primeiro a desenhar as nossas paisagens, depois as figuras que me estavam mais

próximo para oferecer no natal, na pascoa ou no dia da mãe. No liceu fui desenvolvendo sempre a nível da pintura, tudo que era ambiente, para mim, era motivo para pintar. Já pintei retratos dos meus irmãos, dos meus amigos e chegou numa dada altura que nas turmas onde frequentava, para além de oferecer, vendia os meus desenhos aos meus colegas por 5, 10 $, que na altura era muito dinheiro. E fui crescendo com a vontade de fazer arquitetura e Belas artes, mas não foi possível, então abracei a oportunidade de fazer engenheira civil. E agora paralelamente a engenharia, desenvolvo a pintura de uma forma profissional".

 

Leomar expõe as suas obras de arte em homenagem à mulher cabo-verdiana.

A exposição intitulada “Di undi kim bem” é uma homenagem à mulher cabo-verdiana e que retrata a mulher na sua plenitude. Trata-se de uma parceria com o ministério da cultura e vai decorrer no palácio da cultura Ildo Lobo, na Praia a partir desta sexta-feira, 30.

"A exposição era para ser no dia 27 dia da mulher cabo-verdiana mas como a data cai no meio da semana vou faze-lo agora no dia 30 que é sexta-feira".

A mostra que reúne um leque de quadros pintados com recurso a espátula e a tinta acrílica mostra o percurso da mulher cabo-verdiana. "Eu sendo mulher vejo que a mulher cabo-verdiana é uma mulher muito lutadora, persistente, sacrificada, uma mulher de muita alma e muita paixão. E vou desenvolver as obras deste percurso, desta figura chave da sociedade cabo-verdiana que é a mulher através dessas obras que eu vou apresentar".

Di undi kim bem vai estar patente durante um mês.

 

Mais. Brevemente a Leomar vai presentear o público com o livro "O Percurso de Leomar" que vai trazer a história da vida da artista desde a infância à atualidade no domínio das artes. "O livro vai trazer as minhas obras, a minha família, os ambientes por onde eu passei, a minha relação com as pessoas e vai passar também as mensagens que eu gosto de pintar, Mulher, Mar e Música. Vai ser um livro mais de sala, um livro que vai também decorar. O próprio formato do livro vai ser uma obra de arte".

“O percurso de Leomar” é o veiculo que a artista plástica encontrou para dar a conhecer mais o seu trabalho "às vezes eu faço uma exposição e as pessoas não conhecem todas as minhas obras, e portanto, é uma forma de publicitar as minhas obras e o livro trará imagens do meu percurso, desde o inicio, porque o inicio não é quando eu começo a expor, o inicio é quando eu começo a dar conta de que o desenho e a pintura fazem parte de mim".

 

O Percurso de Leomar tem como editora Rosas de porcelana.

 

Palavras Cruzadas é tema da exposição de pintura de Omar Camilo, artista cubano radicado em Cabo Verde.

 

A mostra reúne 14 quatros, expostos na galaria Zero Point Art no Mindelo, e retrata a forma como o artista interpretar os acontecimentos e a cultura humana no mundo atual. Palavras cruzadas é segundo Omar Camilo um grito, uma preocupação como homem e como artista “é um grito, uma ironia, um sarcasmo, uma poesia do momento em que estamos a viver. Acho que um dia ao olharmos para traz não vamos orgulhar deste momento na história da evolução humana”.

 

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Palavras cruzadas é a minha forma de expressar e denunciar as coisas que me preocupam diz o artista acrescentando que atualmente “vivemos um momento de uma incoerência, de um desenvolvimento tanto espiritual, como filosófico e social, enfim digamos que é a maneira que estou recebendo as notícias da guerra, da escravidão, da falta de valores, muita confusão, como se fosse um curto-circuito dentro da minha cabeça. Me sinto impotente, magoado, ferido por não poder fazer mais…”

 

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Omar Camilo deixa um desabafo para o noviactual. Revela-se descontente com o Centro Cultural do Mindelo. Não gostou de ver adiada a data de uma exposição que deveria acontecer no dia 20 de setembro, no entanto, adiada para 20 de outubro tendo novamente tido conhecimento de que a exposição de 20 de outubro também já não se realizaria.

 

A mostra que reúne 14 quadros pintados com recurso basicamente a acrílico sobre tela está patente na galeria Zero Point Art, até ao próximo sábado, 16. 

Chegou o verão e os cuidados com a saúde redobram. A Delegacia de Saúde de São Vicente preocupada com os problemas de saúde típicos da época traça plano de acção com a Cruz Vermelha de Cabo Verde, o Centro de Juventude, a Câmara Municipal e o Comando Militar. A finalidade é sensibilizar as pessoas a serem mais responsáveis.


Numa conversa com a Delegada de Saúde de São Vicente, Ariana Mota Monteiro, o Noviactual ficou a par das acções para este verão.

 

 
- Ariana Monteiro (A M) fala dos cuidados a terem com a saúde nesta época: “beber bastante líquido para manter a hidratação, desinfectar a água e os alimentos, aplicar o protector solar e não ficar muito tempo exposto ao sol”. 

 

Relactivamente as doenças típicas do verão eis algumas recomendações “ter sempre em atenção medidas de reidratação. No caso do aparecimento de doenças diarreicas e gastroenterites, o uso do oralite é imprescindível bem como a desinfecção da água e dos alimentos. Na presença de diarreia ou vómito, crianças ou adultos devem ser levadas imediatamente ao centro de saúde mais próximo". 


Amamentação é fundamental para os lactentes


A M: - “a mãe deve manter amamentação das crianças lactentes mesmo no caso de doenças como a diarreia. O leite materno é o melhor alimento para os lactentes, contém todos os nutrientes necessários para a nutrição do bebé: água, vitaminas, gordura etc ”.

 

O álcool e outras drogas, situações que favorecem as DST´s, vigilância nas praias, vistoria aos estabelecimentos comerciais são outras preocupações da Delegacia de Saúde de S. Vicente:

 

- Vistoria nos estabelecimentos comerciais “vamos intensificar a vistoria nos restaurantes, bares, lanchonetes etc. onde consomem alimentos. Informar e sensibilizar todos os manipuladores de alimentos para os cuidados a terem com a higiene do local, dos utensílios e principalmente a desinfecção da água, dos alimentos e a conservação dos mesmos”.


- O uso abusivo do álcool é uma das maiores preocupações “apelamos as pessoas que consomem álcool que o façam de forma mais responsável, ou seja, não consumir bebidas alcoólicas em jejum, alternar uma dose de bebida alcoólica com água para se hidratar evitando complicações nomeadamente coma, coma etílico e crises convulsivas que podem levar a morte”.


O uso do álcool aumenta a sinistralidade nas estradas, por isso, é preciso ter muito cuidado na condução.

 

Campanha de limpeza Geral 

 

A Delegacia de saúde de São Vicente promove ainda uma campanha de limpeza com a finalidade de erradicar todos os focos de mosquitos “cada munícipe é responsável pela limpeza da sua residência e arredores. Vamos distribuir tarefas aos parceiros. Os militares ocupam dos locais mais afastados”.


A participação de todos é fundamental, garante a Responsável de saúde do Mindelo, Ariana Monteiro, para quem é importante “colocar o lixo no local próprio para que o período das chuvas não nos traga problemas”.


A campanha de limpeza geral acontece este sábado, 21, na ilha de São Vicente.

Antes da chegada das lojas chinesas em Cabo Verde, a procura pelas sapatarias era maior. “Já teve dias melhores, a concorrência das lojas chinesas dificultou-nos a vida". A posição é defendida por quatro sapateiros, do ramo industrial e artesanal, que o Noviactual conversou: Manuel (Lelela), Toi, Carlos Delgado e Nelito.

Para além de fabricar e arranjar calçados, os sapateiros consertam uma gama de produtos desde estofos para carros e para sofás, carteiras, cintos, mochilas, bolsas, selim para cavalo e até bolas de futebol. Nas sapatarias quase tudo tem conserto.

As pessoas optam mais por comprar sapatos prontos nas lojas chinesas do que os personalizados, mesmo assim, depois vão conserta-los nas sapatarias.

 


- A oficina de Manuel “Calçados Lelela” no Monte Sossego, ainda consegue produzir para exportar: - “produzimos mais sapatos do que consertamos. Produzimos sandálias para Crianças, Senhoras e Homens. Recebemos encomendas de várias ilhas como Santiago, Sal, São Nicolau e Santo Antão”.

- A Oficina de Toi "Sapataria Toi" na rua da Craca na zona do Monte há muito que não recebeu uma encomenda, mas os pequenos arranjos aparecem sempre. Toi, marinheiro reformado, que exerce o ofício de sapateiro como hobby, garante que não conseguiria sobreviver apenas de sapateiro.

- A Oficina de Armando Pongo " Sapateria Delgado" situada no centro da Cidade, pertence agora ao filho Carlos Delgado. Este, garante que apesar das lojas chinesas ainda fabricam calçados: - “antes recebíamos mais encomendas, neste momento estou a fabricar umas botas para crianças com deficiência”.

 

- A Oficina de Nelito “Sapataria Nelito” no Monte Sossego, ainda consegue fabricar calçados: - “ainda confeccionamos sapatos. De vez em quando recebemos encomendas. Produzimos menos e consertamos mais (bolsas, malas, bolas, mochilas...).”

As lojas chinesas são ameaças para as sapatarias


Para Lelela “antes das lojas chinesas a venda era maior. Os produtos dos chineses não têm qualidade mas as pessoas preferem compra-los porque o preço é baixo”. Nelito afirma que “as lojas chinesas dificultaram e muito as nossas vidas”, Já Toi garante que “com a evasão das lojas chinesas praticamente estamos sufocados, agora é raro fazer sapatos”. Carlos Delgado afirma que “mesmo com as lojas chineses ainda conseguimos trabalhar”.

Os arranjos dos sapatos da china


A maior parte dos produtos para conserto são sapatos das lojas chinas que não dão o rendimento esperado confeçam: Lelela “as pessoas trazem sapatos para conserto só que muitas vezes são pequenas coisas que não dão grandes rendimentos”. Nelito afirma que “as pessoas compram nos chineses e tragam logo para conserto”. Toi assegura que “a maior parte dos nossos trabalhos agora é consertar sapatos da china”. Carlos Delgado garante que “muitos trazem sapatos da china para conserto, as vezes o conserto fica mais caro que o preço do sapato e alguns acabam por desistir”.

 

Os Materiais são caros e escassos 

 

Os sapateiros garantiram que a maior dificuldade é a falta de matéria-prima. Lamentam o facto de os preços serem elevados e da falta de jovens interessados em aprender o ofício “são poucas as pessoas que querem aprender, quem mais procura são os imigrantes da Costa africana residentes no Mindelo” disse Carlos da sapataria Armando Pongo. Já Toi garante que “os jovens preferem computador ao invés de aprender a arte de fazer sapatos”.

 

Cabedal, napa, cola, sola de borracho e pele são algumas das matérias-primas que se usam nas oficinas de calçados.

 

Para fazer sapatos é preciso “primeiro tirar as medidas, depois preparar a forma, fazer os moldes, cortar a peça... Isto não é tarefa fácil” disse Toi que acredita” é preciso ter muito jeito”.

 

Nota-se que com a chegada dos Chineses a fabricação por encomenda e arranjos de calçados diminuíram. As pessoas que optam por comprar sapatos nas lojas chinas frequentam muitas vezes as sapatarias para pequenos arranjos. Para alguns profissionais do ofício a sobrevivência do negócio está comprometida.

A SOS tartaruga realiza em parceria com a Associação para defesa do Ambiente e Desenvolvimento (ADAD) e a Organização da Mulher africana (RA-AMAO) a campanha “Uma Roupa Velha = um saco de pão”. 

 

Numa conversa com o Noviactual, Teodora Neves da RA-AMAO fala da campanha e dos males que os sacos de plástico causam ao ambiente e aos animais marinhos.

 

 

- Teodora Neves (T N) fala da iniciativa: - “a SOS Tartaruga, que interessa pela protecção ambiental mais concretamente pela protecção marinha, associou a ADAD e a RA-AMAO para fazer essa campanha que consiste em recolher roupas ou fazendas usadas e limpas para confeccionar sacos de pano. Um mês depois cada participante receberá um saco de pão original e único”.

 

- Qual é o propósito?


A campanha tem como objectivo sensibilizar a população para a utilização do tradicional saco de pano em vez do saco de plástico.

 

 Investir em sacos de pano é a melhor opção

 

T N: “usar sacos de pano é uma forma de proteger o ambiente e é mais económico. No mercado, os sacos de plástico não têm qualidade são frágeis e demoram vários anos para se degradarem”.

 

 

 

Os sacos de plástico são ameaças às tartarugas marinhas: - "as tartarugas marinhas alimentam-se basicamente de águas-vivas e infelizmente, elas confundem sacos de plásticos com águas-vivas e muitas morrem por asfixia ou indigestão".

 

Iniciativa inserida no projecto “Cabo Verde sem plástico


T N: a campanha enquadra-se no projecto piloto " Cabo Verde sem plástico" lançada na ilha do Sal, no mês de Janeiro pela ADAD. O objectivo é chamar atenção para os prejuízos que os sacos de plástico causam ao ambiente, eliminar o uso das bolsas de plástico e promover o uso de sacos biodegradáveis e reutilizáveis".  

 

A campanha "um roupa usada = um sapo de pão" acontece em Santa Maria, ilha do Sal, hoje e amanhã 11 de Julho.

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