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O movimento cívico sokols sai à rua, este sábado, 13, numa marcha pacífica pela Democracia, para reivindicar juntamente com a população são-vicentina, como espera, por um Cabo Verde descentralizado, harmonioso, equilibrado e justo, bem como um poder local ativa e competente.

 

A marcha de 13 de janeiro é para reforçar a de 5 de julho e mostrar que a população está descontente, atenta e, quer igualdade de oportunidade e de tratamento.

 

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Salvador Mascarenhas líder de Sokols garante que pretendem combater a desigualdade e lutar por um Cabo Verde meritocracia, com uma governação transparente, onde os cidadãos têm a possibilidade de ter uma cidadania mais ativa sem trelas partidárias. Mascarenhas defende ainda autonomia para todas as ilhas “queremos um Cabo Verde igual de Santo Antão a Brava, e isso, significa uma melhoria do índice de felicidade das populações”.

 

Sokols quer um poder local mais ativo e competente

 

Acha que a câmara municipal de São Vicente não é ativa? “Absolutamente. É uma câmara autista, pouco criativa e que não tem encontrado soluções para os problemas de São Vicente e do eleitorado. E pior de tudo, não responde às ansiedades da população. Precisamos de uma câmara ativa, dinâmica, uma câmara com um gabinete dedicado à procura de financiamento, que tem uma plataforma de diálogo com a população. Queremos uma câmara que proteja o património. A câmara municipal vai sempre atrás daquilo que diz o governo, nunca reclama, está sempre tudo muito bem, apesar de ter feito um empréstimo de 200 mil contos, que não sabe quando vai pagar”.

 

Mais segurança, mais e melhor trabalho para todos. Um objetivo, uma ambição, um desejo.

 

Relativamente a segurança, Mascarenhas alerta para a necessidade de combater o problema de raiz. A presença policial, chama atenção, deve ser em todo o lado, nas cidades e nos bairros periféricos, ou seja, junto das populações, conclui-se.

 

No que se refere a mais e melhor trabalho, Mascarenhas defende que todos nós temos ideias, mas o que Sokols pretende não é ditar como é que as coisas devem ser feitas tanto é que não queremos ser governo, mas sim, o barómetro de governação e organismo de pressão e de vigilância seja a quem for. Não há ninguém acima de suspeita. “Queremos estimular a sociedade civil para que possam de facto concorrer ao poder e transformar o país. Achamos que Cabo Verde tem condições a semelhança de outros países arquipelágicos com uma indústria turística, que é o nosso futuro. Achamos que conseguimos ultrapassar as questões de desenvolvimento”.

 

Sokols e ambições partidárias

 

O Sokols garante distanciamento de partidos políticos. Disponibiliza-se no entanto a apoiar um movimento cívico e independente para devolver a câmara à cidade e tornar Mindelo numa cidade mais dinâmica.

 

Regresso às ruas seis meses depois

 

Salvador Mascarenhas diz que pelas reações da população acredita que as pessoas estão a precisar mesmo de voltar à rua para reclamar. Se não lutarmos a cidade vai continuar a afundar-se, acrescenta.

 

Na volta às ruas deste fim de semana, sábado, 13 de janeiro, dia da Liberdade e da Democracia, Sokols tem para marcar o momento reivindicativo e com a democracia como pano de fundo, atividades tais como: corrida de atletismo, marcha pela democracia com início às 10 horas na praça estrela e término na praça Dom Luís com momentos de animação cultural.

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